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Mulher esfaqueou o seu cão que lhe matou filha de 4 anos - Globo - DN

Mulher esfaqueou o seu cão que lhe matou filha de 4 anos - Globo - DN

Se de facto o fez para proteger a filha foi uma acção instintiva e creio que não deva ser criticada; e mesmo que tenha sido depois, lá vem o instinto novamente. Se algum perigo se impõe aos nossos filhos, uma pessoa cega, sem dúvida.

Agora também é importante saber em que circunstâncias se adoptam os animais, como é feita a integração deles no novo contexto familiar, pois, para todos os efeitos, o animal tão pouco tem culpa - enfim, foi uma desgraça.

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 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri