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Este caso do GNR condenado por ter morto o filho do ladrão em fuga, é de bradar aos céus.

Tratou-se de uma perseguição a um ladrão, que levava o filho menor no carro - de quem é a culpa!?

Enfim...e ouvir a veemência com que outro ladrão, o advogado já acusado de uma série de crimes a defender o seu cliente, é de bradar aos infernos.

Enfim, houve uma falha, uma criança foi abatida e não o deveria ter sido - mas se um homem premiu o gatilho que o matou, outro levou a que a criança fosse abatida, portanto, deviam levar os 2 com a mesma pena. Haja sensatez.

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