Avançar para o conteúdo principal

O sentido estético da minha filha

Num destes dias achou piada a uma ex t-shirt minha da Sacoor que era lindíssima (mas que depois de apanhar com uma nódoa daquelas que não saem e de em desespero a ter colocado na lixívia, ficou completamente estragada) e decidiu fazer dela a sua camisa de noite.

Só visto o ar dela com aquilo vestido, que de facto fica em tamanho camisa de noite mas com ar pingão, porque não deixa de ser uma t-shirt de adulto; mas como a rapariga tem jeito para a moda, foi desencantar um atacador, atou-o à inexistente cintura que devido à tenra idade ainda não tem e parecia uma amostra de Centurião ali a rodopiar em casa com as suas havaianas da Minnie; só visto.

Qualquer semelhança com um personagem destes, não é de todo mera coincidência.


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…