Avançar para o conteúdo principal

É preciso ser provida de uma grande lata ;-)

De há 3 noites para cá eu não sei o que é dormir sossegada, tem sido fatal, com a agravante que eu trabalho no dia a seguir e Lady Bébécas não. Bem, acordo com dor de cabeça, adormeço com dor de cabeça e sou despertada 1 hora depois para passar uma noite em claro.

E é nestes momentos que concluo que a idade tem que se lhe diga e que provavelmente se estivesse na casa dos 20 anos aguentaria estes percalços bem melhor.

Pois que aproveitando o facto de estar doente desarruma-me a casa toda, incluindo o que nem sequer lhe pertence e que não tem ordem para mexer, mas a teimosia é superior a tudo e mais alguma coisa.

Quando chega a hora H de arrumar a bagunça, "mamã, não poxo, tenho dói-dói, arruma tu".

É preciso ter lata!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…