Avançar para o conteúdo principal
Esta semana quis uma pequena chatice levar-me ao hospital; por norma quando são coisas sumárias para a Bébécas levo-a ao Hospital da Luz e quando pressinto que a coisa é mais séria, Estefânia com ela.

No meu caso, não desgosto das urgências da CUF Descobertas, do Hospital da Luz e da Clínica Parque dos Poetas...mas como desta vez achei que a coisa era sumária, liguei para a linha da Saúde 24 por descargo de consciência.

Bem, acho que tão cedo não ligo para ali; a pessoa está meia hora a responder a perguntas para as quais não tem a mínima paciência e no final o veredicto é "dirija-se ao Centro de Saúde, que nós vamos mandar um fax".

Se assim fosse, tinha ido logo à minha urgência e já estava despachada; bem, lá fui ao Centro de Saúde, uma hora à espera, para sair de lá com uma carta com um carimbo de urgente para o Hospital de Cascais - afinal esse é o hospital da minha área de residência e eu pensava que era o Amadora-Sintra - sítio onde eu definitivamente não ponho os pés.

Bem, lá fui até ao Hospital de Cascais, afinal eu tinha razão, a situação sendo real era sumária, daquelas que passam com o tempo e sem terapêutica de maior associada; gostei imenso das condições do hospital, o tempo de espera é muito razoável, e a equipa clínica que me recebeu foi extraordinária. Sim senhor, gostei muito.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…