Avançar para o conteúdo principal

"O saber ao serviço da paz"

Estive agora a ver pena enésima vez o filme "Anjos e Demónios"; contém algumas imprecisões históricas, mas temos que entender que é uma obra ficcionada, e algo tem que prender os leitores e espectadores.

Também contém muitos factos reais, desde as questões à volta da antimatéria e das pesquisas do CERN, até aos próprios paradigmas da Santa Sé e todas as tramóias associadas às questões papais.

Gosto do filme, gostei mais de ler o livro e é para mim uma temática bastante interessante.

E a seu propósito lembrei-me de uma das premissas que adoptámos (nós, Finalistas 2000) na nossa Benção de Finalistas: "O saber ao serviço da Paz"

...da paz ou seja do que for, o saber devia estar sempre associado a boas causas; começam a escassear boas acções!

Comentários

Unknown disse…
Por acaso também tive a oportunidade de ver "Anjos e Demónios". Não foi a primeira vez que vi (já sou uma repetente uma vez que sou uma admiradora desse tipo de filmes). Achei o filme bastante apropriado para esta altura, principalmente o Conclave para a decisão do novo Papa.
"O saber ao serviço da Paz" é realmente uma excelente citação. Seria ainda melhor se os arquivos do Vaticano fossem mais acessíveis, pelo menos aos investigadores que querem revelar a verdade e não denegrir a imagem tanto da Igreja como da própria História.

Até à próxima!

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…