Avançar para o conteúdo principal

At Work

Isto de se trabalhar numa empresa muito grande, implementada em vários países, desde a Austrália, Médio Oriente, Europa, América...tem que se lhe diga.

Tenho aprendido muito, acedo a áreas que jamais pensei em ter contacto sendo eu socióloga, desenvolvo projectos em áreas que tão pouco pensava ter os skills necessários para os fazer.

O facto de trabalhar não só com os colegas que partilham o Open Space, como também com aqueles que se espalham pelos 4 cantos do mundo, faz com que tenha uma visão muito mais alargada de como se trabalha lá fora, dos objectivos, do espírito de equipa, concorrência, competição saudável e acima de tudo partilha de experiências e saberes.

E é incrível como conseguimos ter afinidades com pessoas com as quais nos cruzamos tão só uma vez por ano, entre uma visita e/ou uma reunião que fazemos por aí, mas com quem somos capazes de falar muito mais do que com aqueles que são os nossos amigos de todos os dias.

Ao longo destes anos na Companhia já fiz alguns amigos, pessoas fantásticas em que após uma quezília laboral do quotidiano, sabemos que podemos sempre contar uns com os outros....aprendemos uns com os outros, as críticas são construtivas e assim dá gosto seguir em frente.

Hoje, "levei nas orelhas" da minha chefe, que dada a nossa estrutura, está num país que não o nosso e tem uma nacionalidade que não a nossa: apanhou-me online nos sistemas da empresa e comentou se por acaso não era feriado em PT.

Lá lhe disse que sim, com efeito era feriado em termos de office, mas a empresa estando a laborar normalmente e eu co-responsável por um departamento de execução, não ficava descansada se não deitasse um olho à casa - comprovou-se que em boa hora o fiz, pois foi necessário resolver uma ou outra ponta solta.

E a minha chefe a mandar-me desligar a máquina e ir descansar e usufruir deste dia de descanso...faço parte de uma equipa mesmo muito positiva. Bem Hajam!



Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri