Avançar para o conteúdo principal

Daqueles momentos que nunca devemos apagar da memória

O meu padrasto é meu, ponto! Foi literalmente uma escolha, escolher a minha mãe como companheira, com uma filha crescidinha (8 anos na altura de arrasto). E que bem que me fez, após aqueles anos todos sem ter um pai a sério, ter alguém que foi bem mais do que isso, foi um grande amigo, um grande companheiro, um defensor....tudo.

Tive sorte, não posso dizer o contrário. O que o meu pai não fez por motivos que me são alheios, tive nesta pessoa de quem gosto tanto em dobro. Mas houve uma separação, o meu padrasto e a minha mãe separaram-se há quase 20 anos e...o meu padrasto não se separou de mim. Não é notável!?

Somos família, continuamos a ser e assim será para sempre.

Encanta-me a profundidade do amor destes dois...


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri