Avançar para o conteúdo principal

E porque a vida para nós continua

Estamos de regresso à labuta e à loucura do dia-a-dia.

Com todas estas confusões dos últimos dias o Santo António passou-me completamente despercebido, não deitei o olho ao jogo de Portugal de ontem, apenas vi os golos em diferido (que é a única parte que me agrada), continuo muito patriota, mas continuo  também a achar que não passamos à fase seguinte.

Se passarmos eu vou roer a ponta de um chrifre, conforme tinha prometido e vou partilhar com uns quantos milhões de portugueses uma "alegria" momentânea; sim, porque estas coisas dos futebóis não me põem pelo menos a mim os alimentos na mesa nem pagam as minhas contas.

Mas, como parte integrante de cá do burgo, e uma vez que a crise já está tão assimilada no nosso quotidiano, haja algo, nem que seja por escassos segundos que não nos faça pensar em desgraças e cenas tristes.

Tenho dito!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…