Avançar para o conteúdo principal

Estava mummy-dependente

Ontem foi complicado gerir o pouco pós laboral com a Lady Bébécas.

Uma azáfama quando a fui buscar, e "quécó", e beijinhos e abraços...eu cheia de dores de costas com uns saltos altos de 10 cm e lá andei com ela ao colo de um lado para o outro.

Chegadas à escadaria do nosso palácio, mais da novidade dos últimos dias. Encosta-se ao lance das escadas iniciais e não há quem a consiga fazer subir; quer dizer, haver há, mas com uma dose e meia de muita calma e carinho. Depois andava um jovem a vender serviços, assustou-se com o dito, confesso que o aspecto dele não era o melhor, e foi vê-la quase aos atropelos a querer chegar rapidamente a casa.

Quando enfim entramos nos nossos aposentos, foi fazer a vistoria do costume, como que a confirmar que os brinquedos ficaram como sempre nos mesmos sítios à espera dela e depois..."quécó".

Eu com as tarefas domésticas para fazer, jantar, almoço para hoje, aspirar, lavar a casa-de-banho, apanhar a roupa da corda, passar a ferro, etc, etc, etc, apenas tive tempo para o mínimo dos mínimos, porque a criança quase que se auto-flagelava de cada vez que eu dizia que já não podia mais.

Bem, lá jantou, eu estava derreada de todo, e acabei por deitá-la 5 minutos antes da hora normal, porque o meu corpo já não estava a responder aos apelos que o meu cérebro lhe fazia.

Sentei-me, comi qualquer coisa, sei que hoje de manhã o despertador tocou à hora prevista, eu estava tão cansada que à hora de estar a entrar na empresa, ainda nem sequer tinha saído de casa.

Thank God tenho flexibilidade de horário e trabalho numa das melhores empresas para trabalhar em Portugal :), mas lá que stressei, stressei!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Portugal, aquele tal Estado laico que nos enfia pelos olhos e pela alma dentro os desígnios da suposta fé Católica

 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri