Avançar para o conteúdo principal

A questão que se coloca. Portugal é um país racista?

Honestamente acho que é um país onde existe gente muito estúpida, como também existe gente inteligente e afins. Existem pessoas com cultura e instrução, como também existem grandes bestas quadradas. É o que é.

Se fosse tudo perfeito estaríamos no Céu.

Se houve carga policial excessiva no Bairro da Jamaica? Honestamente não sei; para se avaliar uma coisa dessas com justiça, creio que também deveríamos ter a oportunidade de analisar as imagens imediatamente anteriores à chegada das forças policiais e o início da sua actuação, porque de facto o que vi, foi uma autêntica rebaldaria, filmada ao bel prazer das potenciais vítimas.

Se se tratasse do Bairro ro Aleixo no Porto, que se a memória não me falha é habitado sobretudo por famílias de raça branca, estaríamos perante uma potencial carga policial excessiva mas não se falaria em racismo.

Que existem polícias que são verdadeiras bestas, também existem. Mas serem chamados a intervir e serem recebidos à pedrada, honestamente não me parece que também sejam pagos para isso. Se forem chamados e não aparecerem, também são maus, portanto estamos perante uma pescadinha de rabo na boca.

O que me parece é que as vozes do SOS Racismo e afins, e tenho todo o respeito pelo José Falcão, pessoa que até conheço pessoalmente, não devem empolar esta situação e permitir que alastre ao ponto a que chegou hoje, em que se destruiu uma esquadra em Setúbal, se pegou fogo a carros, etc., e analisar as situações a frio. Críticas pesadas em várias vertentes e não apenas à PSP, porque me parece que as "vítimas" deste caso, tão pouco devem gozar  desse estatuto.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Quando me levam a miúda e só para me chatear partilham a prova do crime

 A vingança serve-se em bom. Aguardem-me, pestes!

Saudações Académicas

Para quem é ou já foi estudante universitário, o mês de Maio é o mês das Academias por excelência. É para muitos que todos os anos se opera o virar de uma página e o recomeço da escrita de outra, que mais não são do que as páginas das nossas vidas, das nossas memórias e de tudo o que estará para vir. O mês de Maio de 2000 foi um dos meses, um dos ritos que não esqueço, rito esse que me é relembrado todos os anos. É indescritível o que nós sentimos quando estamos perante o fechar de uma etapa...foi nessa altura que senti o peso dos anos, o peso de alguma cultura, de relativa sabedoria no nicho que escolhi para mim e para o qual tenho vocação, o peso da responsabilidade. Saber que daí para a frente nada iria ser como dantes, saber que iria começar a estar por minha conta e risco, provar uma certa independência, fazer cada vez mais as minhas escolhas, ser responsável por elas e assumir os seus riscos e consequências. Sim, foi aos 22 anos que de facto me senti a entrar na vida adulta,