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Um bom artigo :)

Mais ainda quando se assume essa paixão por uma mãe que o acabou de ser há muito pouco tempo, e ter que se lidar com todas as transformações, acompanhar a evolução de um recém-nascido que é filho de outro, mas que acaba por ser tão nosso (dele) pois somos nós (ele) que lhe conhecemos o choro, ajudamos a mãe nos momentos mais complicados, somos capazes de passar uma noite inteira na sala de espera do hospital e a mãe da criança nos manda embora depois de horas infindáveis com um sem-abrigo ao lado, porque a criança fica internada....ajudamos a segurar nas análises, nas vacinas, assistimos aos primeiros passos, às birras, a tudo de bom, de óptimo e até de menos bom.

Graças aos Céus que ainda existem homens com H, que conseguem com toda a sua grandiosidade juntar os retalhos que os homenzitos de má índole deixaram rotos, rasgados e esgaçados.


http://sol.pt/noticia/406710


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