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Para fugir à loucura do dia-a-dia

Andámos a ver o interior dos bicharocos…

Comparámos os centros nervosos de um elefante, face ao de um coelho, o cérebro de um gato, o fígado de um tubarão, tudo coisas giras.

Armámo-nos em destemidos e enfrentámos os alertas, jantámos à beira-rio, rimos, comemos um belo sushi e escapámos do furacão, tempestade, ou lá o que foi. Chegados a casa, a minha corda da roupa estava semi-destruída, mas isso agora não interessa nada.

Podia ter sido mais romântico!? Duvido. Existem olhares e manifestações que valem mais do que mil palavras.

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 Eu aprecio o Papa Francisco e respeito quem tem fé, quem acredita. Deus pode ser adorado de várias formas, mas o fausto e a sumptuosidade da Igreja Católica não são de todo o que vem nas Escrituras. E defendo que cada vez mais deveriam eclodir os valores da humildade e do amor ao próximo e sobretudo canalizar a riqueza para onde ela é mais necessária. Sejam verbas da Igreja, dos fiéis ou do Estado, e nesse Estado também entro eu, acho vergonhoso o aparato que tem uma jornada destas. A sua essência é um bluff.  Sejam jovens, adultos, ou idosos, a clara maioria dos envolvidos nesta epopeia não vale nada, não faz nada para que a sociedade em que vivemos seja melhor. Porque pouco faz no seu “quintal”, para com as pessoas com que se cruza, para com o vizinho do rés do chão, para com a/o namorada/o que dizia amar como jamais amou alguém e no dia seguinte, o melhor que tem para dar é…ghosting; para com os avós, os tios, os pais…ou um desconhecido que precisa desmesuradamente de ajuda. As cri