Avançar para o conteúdo principal

Acerca do que vi hoje e nunca me tinha acontecido - existem pessoas mesmo muito reles

No trânsito pela manhã, distraída com os meus pensamentos, em modo anda pouco e pára, oiço uma buzinadela e um indivíduo que circulava numa mota a gesticular.

Decidi tomar atenção e o que se passou de seguida foi de bradar aos céus; pois que o idiota que circulava no carro mesmo em frente do meu, um Citroen comercial com 20 anos e escavacado, de cada vez que via pelo retrovisor que uma motorizada fosse ela de alta cilindrada ou não se aproximava, chegava o carro dela para a junto do carro da faixa fa esquerda, de modo a entalar as motas e na pior das hipóteses provocar ali um acidente.

Pelo que percebi o senhor é contra a passagem das motas por entre os carros e toca de, com mão "divina" cortar o mal pela raiz e quase conseguir mandar uma série de gente para o hospital.

Foram várias as situações, ainda punha o braço de fora e fazia gestos obscenos aos motards, gritava palavrões - nisto passa uma mota da Polícia, não a entalou, mas depois da mesma ter passado pôs-se a reclamar no carro.

E foi isto, quando pensamos que já temos o Doutoramento em lidar com pessoas ordinárias, eis que aparece sempre pior.

Comentários

a.a disse…
(deve ter uma pilinha tão pititi)

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…