Avançar para o conteúdo principal

Já a sinto tensa

Por estar em casa há alguns dias sem poder sair. E de facto ainda nos falta uns quantos dias até poder ter ordem de soltura.

O foco foi o que se esperava; quando liguei pela manhã para o colégio, o veredicto - todos os meninos da sala da pequena estão com varicela. Da sala ao lado escaparam 7 ou 8.

Para a minha filha, hoje, do nada, o drama:

"Mamã, eu não quero estar doente, já não vou ver o Panda do GôFô"

Que é como quem diz - a educadora tinha marcada a próxima quarta-feira para um programa diferente com os pequenos; almoço no McDonald's, cinema, pipocas, passeio.

Vá, não te queixes, os meninos estão todos com o teu dói-dói e a Ana leva-vos ao cinema na próxima semana.

Enfim, espero sinceramente que este revés passe depressa.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…