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Brilhante

Já há uns tempos andei para aí a dissertar acerca da estupidez humana, que, ao contrário da inteligência, não tem limites.
Não falo de burrice, nem nada por aí, falo mesmo de pessoas estúpidas e pesa o facto de que a estupidez levada aos seus limites, é uma característica bastante perigosa.
Não tanto para o ser vivo que é estúpido, mas para quem arca com as consequências da sua indubitável estupidez.

Mas fiquei-me por aí, não desenvolvi muito o tema.

Eis que me deparo com um post de um ex-professor meu dos tempos de faculdade, que passo a citar ipsis verbis e que de facto tem lá tudo:

"Pior do que um básico é uma pessoa estúpida. Ainda que, frequentemente, se reunam na mesma pessoa as duas categorias. Albert Einstein terá dito: "só há duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana e quanto ao primeiro não tenho a certeza". Carlo Cipolla, considerou a estupidez humana "uma das mais poderosas e obscuras forças que impedem o crescimento do bem-estar e da felicidade humana".
 Cipolla escreveu sobre o que considerou as Leis Fundamentais da Estupidez Humana. Diz Cipolla, na terceira lei, mais ou menos isto: se das acções de um indivíduo resulta prejuízo para si mas benefício para terceiros, esse indivíduo é um incauto. Se da sua acção resulta um benefício para si e também para os outros, esse indivíduo é inteligente. Se da sua acção resulta benefício para si mas prejuízo para os outros, estamos em presença de um bandido. Mas da acção de um indivíduo pode resultar prejuízo para os outros sem que ele beneficie, podendo mesmo sair prejudicado com a sua própria acção. Neste caso estamos em presença de um estúpido. A terceira lei da estupidez humana diz que "uma pessoa estúpida é uma pessoa que causa um dano a outra pessoa, ou grupo de pessoas, sem que obtenha com isso qualquer benefício ou, inclusive, obtendo um prejuízo"."

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