Avançar para o conteúdo principal

Notícias do Benjamim

Desde o turbilhão de acontecimentos que povoaram a minha realidade nos últimos tempos que não tenho falado no meu Benjamim.

É engraçado que tenho dois "benjamins" neste momento, mas agora refiro-me não à minha princesa, mas mesmo ao Benjamim, o meu afilhado que habita lá longe, em terras banhadas pelo Índico.

Obviamente que pelo facto de ter sido mãe jamais me esqueci das responsabilidades que tenho para com ele, continuo a ser a sua madrinha e embora longe, tem um lugar muito aconchegado no meu coração.

Fiquei radiante ao receber notícias dele agora pelo Natal, gostei de constatar que está a crescer a olhos vistos e mais importante que a qualidade da indumentária teve um incremento bastante positivo.

Embora tenha uma saúde frágil é um menino que aos poucos vai aprendendo as suas lições, mandou-me um desenho da realidade que vê...um campo de futebol, uma ambulância, uma casa e ...pasmei-me...um helicóptero. Mas em que raio de sítio morará o meu Benjamim que me conseguiu desenhar um helicóptero melhor do que eu própria o faria?

São estas pequenas coisas que me preenchem o coração...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Esta miúda que por sinal é minha filha...

 Estava eu a aspirar a casa e ela decidiu observar-me(nos). “Mãe, esse aspirador é do Rei dos Aspiradores. Não sabia que o aspirador de cá de casa era desses. Não devias dar dinheiro a esse homem mãe.” Nem comentei, nem tão pouco estou com presença de espírito para tentar perceber que cenas escabrosas a respeito do tal senhor que era o “manda-chuva” da Rainbow chegaram aos ouvidos da minha filha. Está a ser muita mudança para a minha cabeça. A miúda está mesmo a crescer...a galope e eu, começo a ficar para trás. Maldita idade...a minha! A dela, recomenda-se, mas de preferência com menos audácia e argúcia.