Avançar para o conteúdo principal

Folder “Para quê inventar” #4

 Alguma reminiscência com a tragédia do Titanic, o gigante dos mares impossível de afundar até no jogo da Batalha Naval, é mesmo pura coincidência. 

Isto porque ouvi alguém dizer: “senti-me um iceberg” ipsis verbis, quando na realidade talvez quisesse dizer que se tinha sentido um/a outsider. 

Não, não se trata de alguém que não usa o anglicismo e quer falar em português. Na na ni na não. Caso contrário não diria iceberg e diria, por exemplo, emplastro vá. Trata-se mesmo de um caso de criatividade extrema para o lado do disparate. 

Comentários