Avançar para o conteúdo principal

Não há nada como potenciar o desenvolvimento do intelecto

É sabido que para os pais, e muitas das vezes erradamente, os seus filhos são os "the best" em tudo; são os perfeitos, os mais inteligentes, os mais lindos, melhores do que tudo e todos.

É errado, os nossos filhos são adoráveis aos nossos olhos, mas têm como todos os outros, os seus defeitos e limitações. E devem ser corrigidos, seja em que idade for, devemos mostrar-lhes o certo e o errado.

Creio que se todas as pessoas fizessem isto, os seres humanos eram um pouco melhores.

E não gostamos menos deles por isso, não deixam de ser especiais por isso, mas sou contra a defesa de causas erróneas.

...contudo, a minha filha é a melhor do (meu) mundo, é a mais linda do (meu) mundo, é a mais adorável, querida e por aí fora, do meu mundo....e tem os seus defeitos, e espero que cresça e colmate alguns deles e que se torne numa mulher de carácter.

Enfim, mas como dizia uma amiga minha hoje acerca da Lady Bébécas "essa miúda é um prodígio"!

Não sei se é, iremos aferir isso com o tempo...mas que tem uma capacidade nata para fazer puzzles com alguma dificuldade num ápice tem, em termos de cálculo mental está bastante desenvolvida e tem uma memória brutal - enfim, quanto à memória, cedo vai descobrir que podia ser menos dotada, porque saindo à mãe nesse campo, vai perceber os efeitos nefastos de se ter uma boa memória, sobretudo quando a mesma não nos deixa colocar no fundo do subconsciente todos os episódios que mais nos marcaram pela negativa - antes os deixa ali no presente, a batucarem a nossa alma e o nosso coração, permitindo que um divinal risotto que estamos a saborear, nos leve ao momento em que há muitos anos atrás experimentávamos uma falsa felicidade, uma falsa certeza...uma ilusão.

É melhor deixar-me de coisas, aqui ficam as últimas obras da minha pequena...


Comentários

Mensagens populares deste blogue

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Esta miúda que por sinal é minha filha...

 Estava eu a aspirar a casa e ela decidiu observar-me(nos). “Mãe, esse aspirador é do Rei dos Aspiradores. Não sabia que o aspirador de cá de casa era desses. Não devias dar dinheiro a esse homem mãe.” Nem comentei, nem tão pouco estou com presença de espírito para tentar perceber que cenas escabrosas a respeito do tal senhor que era o “manda-chuva” da Rainbow chegaram aos ouvidos da minha filha. Está a ser muita mudança para a minha cabeça. A miúda está mesmo a crescer...a galope e eu, começo a ficar para trás. Maldita idade...a minha! A dela, recomenda-se, mas de preferência com menos audácia e argúcia.