Completamente interligado com o meu post anterior está o facto de que não respeito datas para oferendas e se achar oportuno, fizer sentido ou pura e simplesmente me apetecer, fora de datas pré-definidas gosto de dar presentes (e também gosto de receber pois claro). E assim ocorre muitas vezes com a minha filha. Desta vez, já após a semana negra do Natal tive de ir à perfumaria comprar o meu creme nocturno e vi a miúda a deambular pelos corredores e a cheirar cartões. Para bom entendedor, esta visão bastou. Então diz lá que perfume é esse que tanto cobiças - mas a minha cabeça, descendo à idade dela ficou nos Don Algodon, Kookaii, Estivalia que usávamos na época. Pois que me "apresenta" o Fame do Paco Rabanne. Mas isso é um perfume de senhora crescida pensei eu, mas nisto, os meus olhos focam a figura esbelta, o sorriso radiante, a pose e penso...pois, já tenho aqui uma menina a crescer é isso, que já não se fica com as colónias da Uriage e da Tous linha de bebé. Bom, lá peç...
Comentários
Mas vai ser interessante ver se na época do Natal as mortes naturais decaem. Há anos li um estudo sobre a infulência que o nosso estado de espiírito tem no nosso sistema imunitário e no corpo em geral. Diziam que na época do Natal havia menos mortes naturais e defendiam que seria por causa da expectativa de conseguir passar mais um Natal com a família. Depois das festas o número de mortes naturais aumentava acima da média normal, compensado o decréscimo anterior, para depois estabilizar em valores próximos da média. Quero ver se é mesmo assim.
Mas de facto, é para lá ir com um espirito analítico e não existencial, senão acabo nas estatísticas demasiado cedo!!