Avançar para o conteúdo principal

Já é a 2ª vez que isto me acontece na vida

E desta vez ainda foi pior; portanto dirijo-me a uma ATM, felizmente associada a uma agência bancária, predisponho-me a levantar 200€, aquilo demora séculos; o ecrã fica a vermelho e o boneco informa-me que não seria possível concluir a operação e que por isso teria que me dirigir ao MB mais próximo.

Fez isto por duas vezes, até gentilmente me cuspir o cartão cá para fora e.....o talão, em que constava o movimento de - 200€.

Não precisei de me enervar, pensei, que tirando um extracto a seguir, apareceria lá o estorno e a situação resolvida. Mas não, o indivíduo mantinha a posição de que me tinha dado 200€!

Bom, lá peguei nos papéis, entrei na Agência e vá lá de contar a história; pergunta-me o gestor: "Mas não tirou nota nenhuma?"

Respondo:

Não, não tirei, elas não se deixaram ver.

E ele volta a perguntar:

- Nem uma!?

Não sei se isto é procedimento normal, ou se o senhor estava a tentar ter piada, e eu respondi:

Nem uma, nem duas.

Lá foi chamar uma colega, voltámos à máquina, novo extracto, já lá estava o estorno.

Ainda falam das máquinas, elas são perfeitas!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

"Quem me Leva os Meus Fantasmas"

Tive oportunidade de ver há dias uma entrevista com o Pedro Abrunhosa (músico de que gosto bastante pela sua atitude e mensagens que passa) em que ele dizia que as suas músicas/letras são o reflexo das suas catarses, de situações que o perturbam, ou que lhe agradam e que ele tem que extrapolar para o exterior. Achei engraçada a analogia, pois com o sentido de humor que lhe é característico refere que é uma maneira de não perder tempo e dinheiro a ir ao Psiquiatra, entretém as pessoas e ainda lhe pagam para isso. O filósodo Lou Marinoff, brilhante também, como forma de evitarmos a cadeira do analista propõe-nos "Mais Platão, Menos Prozac". Concordo com ambos. E aqui deixo uma letra fabulosa de Pedro Abrunhosa, que transmite muitas das certezas e incertezas da minha existência, e foi também a seu tempo a banda sonora de eleição de uma anterior relação por mim vivida. Quem Me Leva os Meus Fantasmas "Aquele era o tempo Em que as mãos se fechavam E nas noites brilhantes

Apropriação

 Costuma ser um terreno simpático e bem cuidado, com relva bem aparada e quando o tempo o permite as crianças brincam até ao limite do dia. Fica em frente a minha casa.  Hoje testemunhei uma apropriação e que imagem mais maravilhosa. O pato Pateco descobriu uma nova casa, e enquanto ali houver água, desconfio que de lá não sairá. Vou investigar e dar-lhe um olá todos os dias. O pato Pateco merece. A beleza na simplicidade…