Avançar para o conteúdo principal

Esse Génio...Einstein

Que a genealidade de Albert Einstein é grande, isso é inequívoco; criticáveis ou não alguns dos seus postulados (que o diga o João Magueijo), para mim foi um dos grandes génios do seu tempo e é daquelas pessoas (poucas, cada vez menos) que fez História, que deixou o seu nome gravado e vai ser falado de geração em geração.

Mas hoje fiquei a conhecer um pensamento seu, nada relacionado com os temas da velocidade da luz, mas que encheu de luz o meu dia.

Já tinha ouvido dizer no fundo por outras palavras esta máxima por aquelas pessoas que me querem bem e se preocupam verdadeiramente comigo, aquelas pessoas a quem eu chamo "as minhas pessoas" e que obviamente eu também sou delas.

Mas como sou casmurra, e passo a expressão, às vezes certas dissertações parece que não surtem grande efeito em mim, e lá retomo eu aos meus pessimismos.

Mas sabendo que Albert Einstein há anos luz atrás disse uma coisa destas que assenta no meu âmago que nem uma luva, dou a mão à palmatória, caríssimos amigos(as) das horas boas e sobretudo menos boas, vocês estiveram sempre certos.

E diz-me então Einstein:

"Preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação. Porque a sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam de si.
E o que os outros pensam, é problema deles."

...Got it!?

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Já começo a sentir o cheiro a férias...

Embora esteja a braços com uma bela gripe de Verão; antes agora, do que daqui a uns dias.

Quando me levam a miúda e só para me chatear partilham a prova do crime

 A vingança serve-se em bom. Aguardem-me, pestes!

Saudações Académicas

Para quem é ou já foi estudante universitário, o mês de Maio é o mês das Academias por excelência. É para muitos que todos os anos se opera o virar de uma página e o recomeço da escrita de outra, que mais não são do que as páginas das nossas vidas, das nossas memórias e de tudo o que estará para vir. O mês de Maio de 2000 foi um dos meses, um dos ritos que não esqueço, rito esse que me é relembrado todos os anos. É indescritível o que nós sentimos quando estamos perante o fechar de uma etapa...foi nessa altura que senti o peso dos anos, o peso de alguma cultura, de relativa sabedoria no nicho que escolhi para mim e para o qual tenho vocação, o peso da responsabilidade. Saber que daí para a frente nada iria ser como dantes, saber que iria começar a estar por minha conta e risco, provar uma certa independência, fazer cada vez mais as minhas escolhas, ser responsável por elas e assumir os seus riscos e consequências. Sim, foi aos 22 anos que de facto me senti a entrar na vida adulta,